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5 dicas para evitar erros ao investir

Economizar e investir sempre foram grandes desafios para os brasileiros. Em meio às  dificuldades históricas da economia e questões pessoais, essas metas muitas vezes são deixadas de lado para que os boletos do dia a dia sejam quitados. No entanto, sempre existe um caminho que leva à segurança financeira no futuro. 

Com um plano de investimentos certo e alguma disciplina, é possível colocar em prática uma estratégia segura que pode levar à renda passiva, a uma aposentadoria segura, e/ou à realização de um sonho. Em resumo: é possível conquistar uma garantia financeira para o futuro no mercado de capitais.

O que não fazer

Brasileiros investem errado – e isso é um fato.  Hoje, 22% das pessoas deixam o dinheiro parado na poupança – o que é uma das piores coisas que podemos fazer com o nosso recurso em termos de rentabilidade. 

O rendimento da poupança é muito baixo – um dos piores do mercado. Hoje, aquela quantia parada lá na caderneta rende 6,17% ao ano ou 0,5% ao mês + a Taxa Referencial (TR), que representa 0,59% ao mês. 

Na prática, um investimento de R$1 mil renderá cerca de R$61,70 em um ano ou R$5,00 em um mês (sem considerar a TR). E olha que nem descontamos a inflação. 

Uma alternativa tão segura quanto a poupança são os títulos do Tesouro Nacional – é possível começar a investir com R$ 100. A dinâmica é simples: você empresta dinheiro para o governo e recebe uma remuneração por isso. A taxa de retorno média desses títulos acompanha o CDI, que estava em 12,31% no fim de abril. 

Descontada a inflação, é possível capturar com os Títulos do Tesouro um retorno médio de 8,38% em meados de maio de 2024. Como comparação, no mesmo período, a poupança entregava rentabilidade de 3,69%. 

 

5 dicas para evitar erros ao investir

Agora que você já sabe que a pior coisa da jornada do investidor é deixar o dinheiro parado na poupança, listamos algumas dicas básicas para investir certo!

Caminho para investir certo

1- Organize as suas finanças: entenda quanto você ganha e quais são os seus gastos fixos por mês. A distribuição dos gastos e a economia de recursos é um ponto essencial para começar a formação do patrimônio. 

2- Pense nas suas metas financeiras de curto, médio e longo prazo e defina prazos e objetivos – como, por exemplo, o planejamento de uma viagem, a compra de um carro  e a conquista da casa própria. Se você tem dinheiro na poupança, este é o momento de realocar esses recursos!

3- Agora você já pode buscar os produtos de investimento que refletem o seu perfil de investidor. Neste momento, você deve se perguntar se gostaria de arriscar e ganhar mais ou manter os recursos em aplicações conservadoras. 

4- É possível fazer um mix dessas duas possibilidades e equilibrar os seus aportes entre opções mais conservadoras e bolsa. O planejamento de longo prazo inclui a estratégia para garantir uma aposentadoria segura e pode contemplar também um plano para alcançar a renda passiva. 

5- Entre em contato com um assessor de investimentos para alinhar as suas metas com a realidade do mercado. Esse profissional vai te ajudar a traçar um plano de investimentos que leve à conquista dos seus objetivos.

Conte com a ajuda de um especialista

Você não precisa – e não deve – trilhar essa jornada de maneira solitária! É possível contar com a ajuda de um assessor de investimentos para te orientar, apresentar e oferecer opções de investimentos disponíveis no mercado que se alinhem aos seus objetivos e apetite ao risco. 

Para isso, você pode contar um pouco da sua história e as suas metas financeiras para esse profissional que vai indicar as melhores opções de acordo com o seu perfil. 

O assessor também acompanha a carteira e geralmente propõe mudanças contínuas para alinhar o portfólio ao momento do mercado. Na SVN, o time de assessores é treinado para formular planos personalizados. 

Entre em contato conosco e marque uma reunião!

Autor

Priscilla Arroyo
Priscilla Arroyo é jornalista, especialista na cobertura de economia e finanças. Com dez anos de experiência em redações, foi repórter do Brasil Econômico e da Isto É Dinheiro. Como freelancer, contribuiu com reportagens para El País, Uol e iG.

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