1. Home
  2. /
  3. Investimentos
  4. /
  5. Seguros e Previdência
  6. /
  7. Como garantir o futuro...

Como garantir o futuro dos filhos?

As mães já estão preocupadas com o futuro dos filhos até mesmo antes de eles nascerem. Não raro, elas se perguntam olhando para as suas barrigas de grávida: “vai ser saudável? será uma boa pessoa? será inteligente?”. O estoque de questionamentos é infindável. Para essas perguntas, é difícil cravar certezas. Mas as mães sempre buscam alguma garantia. Por isso, farão o que estiver ao seu alcance para assegurar o bem estar das suas crianças.

Como estratégia para driblar as subjetividades da vida, as famílias estão se dedicando cada vez mais a colocar em prática o planejamento de investimentos com horizonte de longo prazo, que traz maior segurança e melhores rendimentos para garantir o futuro dos filhos.

“Parece óbvio dizer isso, mas o passo mais importante é começar”, diz Lidiane Tavares, assessora de investimentos da SVN. A dica é guardar a maior quantia de dinheiro possível no começo do mês. As famílias mais cautelosas podem optar por fazer um plano de previdência privada logo depois do nascimento dos filhos.

Mas é essencial que o planejamento financeiro garanta a tranquilidade de toda a família. Por isso, a primeira atitude é a mesma para todos os pais e mães investidores: separar o montante equivalente à soma de cinco salários do casal para montar a reserva de emergência. Esse dinheiro deve ser direcionado para aplicações que ofereçam baixo risco e condições para serem resgatados a qualquer momento.

Como o horizonte da reserva de emergência é curto prazo, a quantia pode ser aplicada em ativos pós-fixados – como no Tesouro Selic, que tem garantia soberana e acompanha a alta da taxa básica de juros, atualmente em 13,25% ao ano. As famílias que optarem por ter reservas também no longo prazo, devem preferir ativos indexados à inflação que possibilitem ganho real, acima do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Essa é a base de um plano de investimento. Depois, os pais podem buscar maior potencial de rentabilidade ao montar uma carteira mais rebuscada, que possibilite dividir os recursos entre ativos pós-fixados, prefixados, atrelados à inflação, da renda variável, em fundos multimercado ou fundos internacionais. O percentual de alocação em cada uma dessas categorias muda de acordo com o perfil do investidor.

Apoio para planejar o futuro dos filhos

Apoio para planejar o futuro dos filhos

É essencial o apoio de um assessor de investimentos para montar as carteiras, por diversas razões. A primeira delas, é que a carteira não é fixa, os percentuais alocados devem ser ajustados de maneira recorrente para acompanhar os movimentos do mercado e as mudanças de objetivos da família.

“A gente começa a trabalhar o objetivo inicial, e conforme o cliente vai atingindo essas finalidades, vamos trocando as aplicações para que o cumprimento das próximas metas aconteça de maneira mais eficiente”, explica Lidiane Tavares.

Outra contribuição essencial do assessor é mostrar que existem caminhos para melhorar a rentabilidade com exposição moderada ao risco – quando o investidor, ou a família, não se sente confortável com investimentos sujeitos a maior volatilidade.

“Para o cliente que não quiser entrar diretamente na bolsa, os fundos de ações, geridos por profissionais, podem ser opções”, exemplifica Tavares.

Aqui mesmo no Portal SVN você acessa um artigo sobre como funcionam os fundos de investimento e quais são os principais tipos. Se ainda tiver dúvidas sobre eles, basta clicar aqui. Mas antes de pensar e repensar estratégias e possibilidades, o importante é começar a investir.

Não é segredo que os brasileiros têm dificuldade de se lançar nessa missão. Essa realidade só vai mudar por meio da educação. “Por isso, sempre ressaltamos para mães e pais a importância de ensinar os filhos a guardar dinheiro”, diz Tavares. Motivar os pequenos a poupar é a base da formação de um excelente investidor no futuro.

Autor

Priscilla Arroyo
Priscilla Arroyo é jornalista, especialista na cobertura de economia e finanças. Com dez anos de experiência em redações, foi repórter do Brasil Econômico e da Isto É Dinheiro. Como freelancer, contribuiu com reportagens para El País, Uol e iG.

Compartilhe esse conteúdo em suas redes:

3 minutos de leitura

Simulações de investimentos

Descubra o rendimento de diferentes valores no mercado financeiro.