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E se você reinvestir os dividendos dos FIIs?

Entre os principais atrativos dos Fundos Imobiliários estão os rendimentos mensais, similares aos aluguéis recebidos por quem tem um imóvel físico. No caso dos FIIs, esses ganhos são conhecidos como dividendos e ainda contam com isenção de Imposto de Renda (IR) para pessoa física.

Digamos que é um aluguel mensal livre de imposto. Então, o que fazer com esse dinheiro? Para muitos investidores a estratégia é: reinvestir.

Este texto fala sobre as vantagens de não sacar os rendimentos dos Fundos Imobiliários, mas usá-los para aumentar o seu patrimônio.

“Dividendo” é um termo comum também para investidores de ações. Nesse caso, se refere a parte dos lucros que as empresas compartilham com os acionistas. No mundo dos FIIs é comum esse tipo de provento ser comparado aos aluguéis recebidos com imóveis físicos.

Reinvestir os dividendos dos FIIs

Aqui entra uma das principais regras do mercado financeiro: depende do seu perfil de investidor e dos objetivos.

Como Fundos Imobiliários costumam pagar proventos todos os meses, ao reinvestir esses ganhos você pode aumentar o seu patrimônio cada vez mais no longo prazo. Reinvestir dividendos pode gerar o famoso efeito de bola de neve, pois é uma forma de ganhar com juros compostos.

Por outro lado, pode ser mais interessante para a sua realidade sacar os valores pagos pelos Fundos Imobiliários e usar o dinheiro como uma renda extra.

Chegar a uma resposta correta exige que cada um pense bem sobre qual uso dos dividendos faz mais sentido na sua vida. Além disso, é fundamental ter reuniões de assessoria de investimentos para saber se essa estratégia realmente é a melhor diante dos seus objetivos e perfil.

Dá para viver com dividendos dos Fundos Imobiliários?

É possível traçar uma estratégia para ter uma renda dos investimentos e, quem sabe, não depender mais do trabalho. Os FIIs podem ser bons aliados nesse momento já que é comum pagarem proventos mensais.

Com uma estratégia correta para as suas características, você pode encontrar um caminho para ter renda suficiente com os Fundos Imobiliários.

Como os FIIs ganham dinheiro para distribuir aos investidores?

Existem 3 tipos principais de Fundos Imobiliários, que são divididos de acordo com o foco dos investimentos feitos por cada um. É a partir de sua carteira de ativos que um FII recebe os recursos distribuídos periodicamente aos cotistas. Confira:

  • Os fundos de tijolo têm a maior parte dos investimentos em imóveis de fato e geram renda mensal por meio de aluguéis. Vale destacar que fundos bem administrados conseguem contratos muito melhores do que investidores pessoa física costumam ter acesso.
  • Já os fundos de papel concentram o patrimônio dos seus cotistas em investimentos de Renda Fixa relacionados ao mercado imobiliário. Esses FIIs também podem aportar em cotas de outros Fundos Imobiliários. Conforme recebem juros ou dividendos dos ativos, organizam a distribuição aos investidores.
  • Existem ainda os fundos híbridos, com carteiras que mesclam os outros dois tipos mencionados.

IFIX

A B3 (Bolsa de Valores brasileira) mantém um índice chamado IFIX, criado para refletir o desempenho dos Fundos Imobiliários nas negociações de cada pregão.

O índice é constituído por uma carteira teórica com cotas de diversos FIIs negociados na Bolsa. Ela é revisada a cada 4 meses a partir de diversos critérios preestabelecidos. Além disso, o IFIX considera tanto a variação de preço dos ativos quanto a distribuição de dividendos por parte de cada um deles.

Qual é a rentabilidade dos Fundos Imobiliários?

Conforme mencionado no texto, existem FIIs com diferentes estratégias, além disso as cotas são negociadas em Bolsa, o que envolve oscilações de preço. Ou seja, a rentabilidade varia de fundo a fundo.

Por outro lado, a partir de análises corretas, feitas com a parceria de um assessor de investimentos, é possível buscar rentabilidades acima de índices do mercado com renda passiva periódica.

Quer entender melhor como tudo isso funciona e fazer bons investimentos?

Pedro Cândido é assessor e sua carteira de clientes supera os R$ 40 milhões. Ele escreveu um e-book em que detalha o cenário dos investimentos entre 2022 e 2023 e simula o desempenho de aportes feitos em Renda Fixa e Renda Variável.

As simulações de Pedro consideram carteiras com R$ 300 mil, R$ 500 mil e R$ 1 milhão investidos. O assessor também levou em consideração a cobrança de Imposto de Renda sobre certos ativos e a isenção do imposto garantida por determinados papéis. Além disso, o texto conta com um capítulo inteiramente dedicado aos Fundos Imobiliários.

Autor

Boris Bellini
Jornalista com experiências em marketing, segurança digital, mercado editorial e financeiro. No meio acadêmico, pesquisa a credibilidade jornalística. Anteriormente foi músico, tendo atuado como violoncelista e professor.

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