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Previdência privada: Como planejar a aposentadoria?

Pensar em aposentadoria é se preparar para o futuro. Todos envelhecem, é um fato. Então, muitas pessoas se preparam para ter saúde na terceira idade. Esse preparo se dá em relação ao bem estar do corpo – por meio de atividades físicas e boa alimentação – e também do ponto de vista da saúde financeira.

A preparação é importante, e começar cedo ajuda para que, quando essa fase chegar, ela possa ser vivida com tranquilidade e segurança. Para facilitar a organização das pessoas em relação às finanças, existem opções de previdência privada.

Quando começar a previdência privada?

Quando começar a previdência privada?

Embora não se tenha um momento certo para começar o plano de previdência privada, os especialistas são unânimes ao aconselhar: “Como todo investimento a longo prazo, quanto antes, melhor”, afirma a assessora de investimentos da SVN, Paola Escobar. A previdência privada é um dos instrumentos mais conhecidos para garantir a aposentadoria.

As instituições financeiras costumam oferecer diversas opções de planos de previdência privada. Um assessor de investimentos pode indicar qual é a melhor para cada pessoa, de acordo com o perfil e a renda mensal.

Existem os planos abertos e fechados. Aqueles que são feitos exclusivamente para atender funcionários ou associados de determinada empresa são os fechados – ou seja, não se trata de uma opção disponível para qualquer pessoa interessada.

Já os planos abertos são oferecidos pelas instituições financeiras. Esse formato pode ser adquirido por qualquer pessoa. Os planos do tipo aberto são supervisionados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). Entre esses planos, existem dois tipos que são os mais comuns entre os investidores: Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), sendo esse o mais popular, já que é feito por pessoas que declaram o Imposto de Renda de maneira simplificada.

Planos de previdência privada

Dentro desses planos, existem dois tipos que são os mais comuns entre os investidores:  Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), sendo esse o mais popular, já que é feito por pessoas declaram o Imposto de Renda de maneira simplificada. A escolha do tipo é influenciada de acordo com a declaração de Imposto de Renda do investidor.

PGBL 

  • indicado para quem faz a declaração de Imposto de Renda completa;
  • permite a redução de até 12% dos rendimentos tributáveis na base do IR;
  • tributação com base no montante real resgatado.

VGBL

  • indicado para quem faz a declaração do IR simplificada;
  • IR incide apenas sobre os ganhos do capital;
  • não inclui benefícios fiscais.

Os assessores realizam uma análise do cliente antes de dar qualquer recomendação. Para isso alguns fatores são observados, como a renda anual, o tipo de declaração do Imposto de Renda, idade/tempo em que o valor será resgatado, entre outros.

Paola Escobar aconselha ao investidor dar preferência por planos de previdência que ofereçam maior diversificação dos ativos. Outros benefícios são a ausência de come-cotas e a portabilidade entre planos – que não exigem resgate para novas estratégias.

Alternativas à previdência privada

Para além desses planos, a assessora pontua alguns outros investimentos que podem servir de alternativa para quem tem em mente a aposentadoria. “Fundos de Investimentos Imobiliários (FIIs), carteira de ações a longo prazo, dividendos e até mesmo produtos de renda fixa são opções”, afirma. 

Há também a opção de montar uma carteira diversificada que tenha como objetivo a aposentadoria. Entretanto, há a opção de diversificar a carteira com vários tipos de investimentos. Isso vai depender, no entanto, do apetite ao risco e planos de longo prazo de cada pessoa. Há cestas de investimentos mais conservadoras ou arrojadas. 

Ao conhecer a história e as metas do investidor – assim como o seu perfil de investimento- o assessor pode montar um plano para garantir uma boa rentabilidade na aposentadoria.

“A regra básica quando pensamos em um plano alternativo de investimentos para a aposentadoria é diversificar e dividir os tipos de ativos”, diz Paola. Ela não descarta, no entanto, as possibilidades que o plano de previdência privada, que podem complementar os objetivos.

Autor

Boris Bellini
Jornalista com experiências em marketing, segurança digital, mercado editorial e financeiro. No meio acadêmico, pesquisa a credibilidade jornalística. Anteriormente foi músico, tendo atuado como violoncelista e professor.

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