Principais índices dos EUA em leve queda, com atenções ainda voltadas para o conflito entre Israel e o Hamas

O conflito entre Israel e o Hamas ontem passou o dia de ontem sem a esperada escalada. No sábado, expirou o prazo, dado por Israel, para a população palestina deixasse o norte da Faixa de Gaza em direção ao sul, evidenciando a possibilidade de uma invasão terrestre.

O presidente dos EUA, Joe Biden, visitará Israel na quarta-feira, de acordo com o secretário de Estado, Antony Blinken. A visita vem após a suposta negativa de Israel para estabelecimento de corredor humanitário que permitisse a entrada de medicamentos e alimentos em Gaza.

Além disso, Benjamin Netanyahu ordenou a saída da população israelense do território próximo à fronteira com o Líbano. O primeiro-ministro destacou, em discurso, que os cidadão do país deverão se preparar para uma longa batalha e que Irã e Hezbollah não deveriam “testar no norte”, sob risco de pagar “preço muito mais pesado”.

O avanço nos retornos dos Treasuries reflete o sentimento de aversão ao risco que os possíveis desdobramentos da guerra vem causando nos investidores. O rendimento do título de 10 anos avançou para 4,71% enquanto o Treasury de 2 anos cresceu para retorno de 5,10%.

Nesta semana, os EUA aguardam, com otimismo, a divulgação de resultados. A expectativa hoje é para os balanços de grandes bancos, como Bank of America e Goldman Sachs.

Além disso, serão divulgados hoje os dados de venda no varejo, com previsão de alta de 0,3% pelo consenso Refinitiv, os números de estoques empresariais de agosto, com mesma alta prevista pelo Refinitiv e os dados de produção industrial, que devem vir sem alterações, de acordo com o consenso.

Na Europa, as bolsas abriram com neutralidade, com investidores absorvendo os dados otimistas de balanços nos EUA enquanto ainda mantém atenções com os possíveis desdobramentos do conflito entre Israel e o Hamas. E permanecem sem direção definida ao longo da manhã.

As bolsas asiáticas encerram o dia em alta, pela primeira vez em três sessões. A China deverá divulgar seus dados do PIB na quarta-feira, enquanto o Japão apresentará seus números de inflação na sexta-feira.

No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia com alta de 0,67%, acompanhando os fortes ganhos lá fora.

Teremos, hoje, a divulgação da Pesquisa Mensal de Serviços, pelo IBGE, e do IGP-10.

Fonte: InfoMoney

📊🗞 Veja os principais indicadores às 8h54 : 17/10/2023

🇺🇸 EUA
Dow Jones Futuro (EUA), -0,16%
S&P 500 Futuro (EUA), -0,26%
Nasdaq Futuro (EUA), -0,29%

🌏 Ásia-Pacífico
Shanghai SE (China), +0,32%
Nikkei (Japão), +1,2%
Hang Seng Index (Hong Kong), +0,75%
Kospi (Coreia do Sul), +0,98%
ASX 200 (Austrália), +0,42%

🇪🇺 Europa
FTSE 100 (Reino Unido), +0,37%
DAX (Alemanha), -0,42%
CAC 40 (França), -0,18%
FTSE MIB (Itália), -0,19%
STOXX 600, -0,22%

🚢 Commodities
Petróleo WTI, +0,23%, a US$ 85,46 o barril
Petróleo Brent, +0,32%, a US$ 89,94 o barril
O minério de ferro negociado na bolsa de Dalian teve alta de 2,12%, a 866 iuanes, o equivalente a US$ 118,38

💲 Bitcoin
Os preços do Bitcoin avançam 2,51%, a US$ 28.445,50

Fonte: InfoMoney

3 minutos de leitura

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