Mercados em Leve Alta, Renda Fixa sob Pressão e Expectativas para Dados Econômicos Globais.

O Ibovespa fechou em leve alta ontem, aos 129.609 pontos (+0,2%). O índice foi impulsionado por frigoríficos após resultado forte de uma controlada da JBS (JBSS3, +4,2%), considerado um sinal positivo para o setor. Marfrig (MRFG3, +3,9%) e BRF (BRFS3, +3,8%) também subiram no dia.

Já as mineradoras registraram queda, afetadas pela baixa no preço do minério de ferro (-3,2%) na China. Isso impactou a Vale Vale (VALE3, -2,4%), continuando desempenho negativo deste começo de ano até agora.

As taxas futuras de juros fecharam o pregão em alta ao longo de toda a estrutura a termo da curva. O movimento refletiu, de forma geral, o avanço nos rendimentos (yields) dos títulos públicos americanos (Treasuries) e a proximidade da divulgação do IPCA-15 no Brasil, a qual reforçou o sentimento de cautela dos agentes locais e imprimiu um viés menos inclinado à tomada de risco aos negócios. DI jan/25 fechou em 10,035% (3bps vs. pregão anterior); DI jan/26 em 9,92% (8bps); DI jan/27 em 10,12% (10bps); DI jan/29 em 10,545% (9bps).

Nesta terça-feira, os mercados operam em leve alta nos Estados Unidos (S&P 500: 0,1%; Nasdaq 100: 0,2%) em semana repleta de dados econômicos. Hoje, são aguardados dados de bens duráveis, moradia, e confiança do consumidor.

Na Europa, os mercados operam mistos, e o índice pan-europeu permanece estável nesta manhã (Stoxx 600: 0,0%), com ações de mineração liderando a alta enquanto o setor de mídia se retrai. Na China, os índices retomam o impulso de alta (HSI: 0,9%, CSI 300: 1,2%), com avanço de ações de tecnologia na região.

Na segunda-feira, dados de inflação no Japão mostraram uma queda tanto no índice cheio quanto no núcleo. De particular relevância, o indicador subjacente do núcleo do CPI indica uma desaceleração em relação a dezembro, mas ainda permanece acima da meta do banco central japonês (BoJ). Espera-se que o BoJ mantenha a política monetária inalterada nas próximas reuniões. Nos Estados Unidos, dados de vendas de novas residências mostraram pequena recuperação, mas permaneceram abaixo das expectativas. O mercado antevê um ritmo moderado de crescimento nas vendas de residências, já que as taxas hipotecárias permanecem em níveis elevados.

Na agenda do dia, teremos evento com Michael Barr, vice-presidente de regulamentação do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), e a divulgação dos dados de confiança do consumidor e encomendas de bens duráveis, todos nos Estados Unidos. No Brasil, o destaque é a divulgação do IPCA-15 de fevereiro, na qual esperamos uma alta de 0,84%, puxada por reajustes de educação, combustíveis e alimentos.

Fonte: InfoMoney

📊🗞 Veja os principais indicadores às 9h15: 27/02/2024

🇺🇸 EUA
Dow Jones Futuro: +0,02%
S&P 500 Futuro: +0,09%
Nasdaq Futuro: +0,23%

🌏 Ásia-Pacífico
Shanghai SE (China), +1,29%
Nikkei (Japão): +0,01%
Hang Seng Index (Hong Kong): +0,94%
Kospi (Coreia do Sul): -0,83%
ASX 200 (Austrália): +0,13%

🇪🇺 Europa
FTSE 100 (Reino Unido): -0,10%
DAX (Alemanha): +0,44%
CAC 40 (França): +0,13%
FTSE MIB (Itália): +0,06%
STOXX 600: +0,06%

🛢 Commodities
Petróleo WTI, -0,24%, a US$ 77,36 o barril
Petróleo Brent, -0,28%, a US$ 81,44 o barril
Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian teve alta de 1,24%, a 897,50 iuanes, o equivalente a US$ 124,68

💲 Bitcoin
Os preços do Bitcoin sobem 10,99%, a US$ 56.775,20

Fonte: InfoMoney

3 minutos de leitura

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